E assim, mais um ano se vai...
Acho que eu nunca desejei tanto que um ano acabasse tão rápido como 2011.
Um ano cheio de motivos para chorar, se decepcionar e para esquecer. Mas também cheio de alegrias, risadas e dias memoráveis.
O que salvou o ano foram esses dias. Dias onde eu abri um sorriso e/ou gargalhei horrores com meus amigos e/ou minha mãe e meu irmão.
2011 foi o ano que eu mais chorei, sem dúvida.
O ano que eu mudei (talvez pra pior), cresci e aprendi. Oh, se aprendi!
O ano que eu fiz decisões importantes.
O ano que eu vi quem realmente é meu amigo (a) e que estaria lá para me alegrar, me apoiar ou apenas me escutar. Não importa o que estivesse acontecendo.
2011 foi DEFINITIVAMENTE o ano que eu mais me decepcionei com as pessoas. Sim, eu perdi completamente a fé na maioria das pessoas que eu conheço. Aliás, eu perdi a confiança e a fé na pessoa que costumava ser a mais importante pra mim, hoje ela é absolutamente nada. Não faz diferença alguma tê-la no meu dia-a-dia ou não. Dizer essas coisas dói muito. Ainda dói, mas eu vou aprender a lidar com essa dor.
Também foi o ano das perdas. 9 anos depois da perda mais dolorida da minha vida, veio outra tão dolorida quanto. Esse tipo de dor, talvez eu nunca consiga lidar. É o tipo de coisa que eu nunca vou entender. A morte. Apesar de entender que todo mundo um dia vai morrer, eu ainda não compreendo porque as pessoas boas têm que ir. Mas, não importa o que aconteça, eu sei que eles estão lá em cima olhando por mim e tenho (quase) certeza que eles estão orgulhosos de mim.
Foi o ano da solidariedade. Nunca pensei que eu fosse tão solidária e tão paciente (apesar de explodir e mandar todo mundo pr’aquele lugar de vez em quando). Hoje pessoas que nunca pensaram que eu seria tão compreensível, sabem que podem contar comigo.
Foi o ano de ver quem é realmente família e o que esse nome significa. Significa você se importar com o outro, estar lá pra ouvir, consolar, pra rir, pra sonhar junto e até pra servir de refúgio (que por um acaso já já eu irei para o meu!).
E foi o ano que as músicas mais me ajudaram. Não apenas as músicas, mas os shows. Sem o All Time Low em Janeiro eu iria ficar em casa chorando. Sem o Paramore em fevereiro eu nunca iria entender que eu precisava de um tempo só pra mim, pra organizar as idéias de tudo que estava acontecendo. Sem o Paul McCartney por dois dias seguidos em maio, pra mostrar pra mim que realmente é possível tudo dar certo, eu não teria me animado pra continuar a faculdade.
Foi o ano da Paciência, da Pena, da Indignação, da Decepção, de Sonhos se realizando...
O ano foi ruim, mas foi bom.
Obrigada a todos vocês que fizeram parte do meu ano, por me alegrarem, por me escutarem (isso é para todos, mas em especial pra Brenda, Anna, Bia, Paty e Laíla!), por me refugiarem (meus amores de Itaúna) e o mais importante, obrigada Mãe e Lucas. Porque sem vocês, eu já teria feito loucuras.
Eu amo vocês. De verdade! Sem vocês eu não sei o que seria de mim esse ano.
E QUE VENHA 2012. Com toda a sua alegria!
Adeus 2011.
VEM COM TUDO 2012!
Beijos e FELIZ ANO NOVO!
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